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Consultoria Scrum e Treinamento Android

by Luiz Jr 8. novembro 2012 20:32

Este post é apenas pra compartilhar algumas novidades com relação aos mais diversos trabalhos que desenvolvi no RS. Depois de pouco mais de 2 meses inteiramente dedicados ao meu projeto de startup, Busca Acelerada (http://buscaacelerada.com.br), eis que volto a aparecer na "casa dos outros" para disseminar um pouco de duas coisas que gosto bastante: Scrum e Android.

Consultoria Scrum na Opideia

Consultoria Scrum na Opideia

Sabe como é, networking nunca fez mal a ninguém, e não é por acaso que graças a uma amizade de mais de 5 anos com Daniel Castro, diretor da agência digital Opideia (http://opideia.com.br), tive a oportunidade de realizar um trabalho junto com a equipe de desenvolvedores da agência. O intuito da consultoria era identificar problemas e aperfeiçoar os processos de desenvolvimento de produtos complexos na empresa, dando maior visibilidade e precisão aos projetos, reduzindo o desperdício e aumentando a agilidade da equipe como um todo. O trabalho da consultoria se deu em duas etapas, sendo a primeira mais teórica, abrangendo o framework ágil Scrum, do qual tenho duas certificações desde 2010, além de um pouco de Lean Startup, que venho estudando tem algum tempo. Nesta primeira etapa, passei um pouco dos meus dois anos de experiência com métodos ágeis e mais de 6 anos como desenvolvedor/analista freelancer, em um treinamento que incluiu muitas práticas como técnicas de análise de requisitos, estimativas de tempo e produtividade, artefatos de gerenciamento ágil de projetos e muitas, mas muitas dicas que não se ensina em livros.

Na segunda etapa, que ainda está acontecendo, participo como membro honorário da equipe durante um projeto real, conduzindo as reuniões e acompanhando o projeto para que o investimento da empresa seja maximizado e alcance o resultado esperado. A ideia é que nas próximas etapas deste mesmo projeto, o time já consiga se coordenar sozinho, de uma maneira mais ágil e com alta rastreabilidade, dando mais segurança aos desenvolvedores e aos clientes. Com isto a Opideia, que se encontra em um crescimento vertiginoso neste ano de 2012, espera aumentar ainda mais a qualidade dos projetos entregues consolidando sua marca no mercado nacional. Sucesso pra galera que posa pra foto!

Curso de Android no CAFW/UFSM

Curso de Android no 3º EATI do CAFW/UFSM

E para começar novembro com o pé-direito, eu e meu colega de viagens, Cristiano Diedrich, tivemos a honra de sermos convidados a participar do 3º Encontro Anual de TI, no Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW), que para quem não sabe, é um dos campi da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A faculdade, que de colégio tem só o nome, promove um já tradicional evento de TI na cidade, organizado pelos professores do curso Tecnólogo de Sistemas para a Internet, que atrai estudantes e profissionais do país inteiro, totalizando mais de 300 inscritos no evento. No evento tinham convidados de peso como os profissionais da Globo.com e do Terra, além de nós dois representando a RedeHost.

O Cristiano ministrou uma palestra sobre Segurança de Servidores Web, e como bom pinguim que é, puxou brasa pro assado do Linux. Pelo que fiquei sabendo (estava dando um curso em paralelo) os profissionais de infraestrutura da cidade marcaram presença na palestra, que abrevia de maneira excelente os anos de experiência do Cristiano como Analista de Infraestrutura Open-Source. De minha parte, contribuí um curso básico de Android, totalmente reformulado desde suas primeiras edições nos campi da Ulbra e mais focado em integração com a web. Os alunos tiveram a oportunidade de criar aplicações de teste que utilizavam diversos recursos da plataforma, como widgets, listas, banco de dados, APIs HTTP e JSON, entre outros. Segue abaixo os slides do curso de Android e os fontes da app criada no final do mesmo, que é uma app que consome minha API beta do Busca Acelerada para consulta de veículos. Espero que tenha sido útil para quem queria quebrar o gelo com a plataforma Android ou ao menos encontrar um carango novo ;P

Agradecimentos especiais para a profa. Letícia e o prof. Rômulo, pelo convite e excelente acolhida na cidade, que fica no extremo norte do estado. Também agradeço aos mais de 40 alunos que prestigiaram o curso e contem conosco para o ano que vem!

Para se aprofundar nestes assuntos, recomendo o livro Curso Plataforma Android.

Link da app "pronta":BuscaAcelerada.zip (109,14 kb)

Link dos slides do curso:slides-curso-cafw.zip (1,32 mb)

Fotos do evento podem ser vistas no Flickr.

Curso Básico de Android no CAFW/UFSM

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Android | Eventos | Experiências | Java | Mobile | Treinamentos

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O Quê os Investidores Estão Buscando?

by Luiz Jr 1. outubro 2012 08:41

Empreender

A idéia deste post veio de algumas experiências recentes que tive assistindo à debates de investidores de risco, tanto presencialmente quanto pela Internet. Para quem não sabe, investidores de risco é uma figura quase mística dentro da área de computação, mais precisamente entre os empreendedores, que desejam se aventurar no mundo das startups. Eles são geralmente empresários bem sucedidos que cansados de uma monótona vida de viagens incríveis pelo mundo, decidiram arriscar parte de seu dinheiro (afinal, ninguém é bobo para arriscar todo) em empresas nascentes, geralmente ligadas à tecnologia e inovação. Ok, eu estereotipei os caras aqui, mas acho que todos entenderam a idéia...

Risco?

Sim, o investimento é de altíssimo risco. Embora todos achem que sua idéia de startup é revolucionária e vale milhões, na verdade ela tem mais chances de ser igual à algo que já foi criado e fracassou ou mesmo de não valer nada. Estudos comprovam que 9 de 10 startups fracassam, principalmente em países como o nosso, onde a carga tributária é altíssima e empreender é quase suicídio. Desta forma, investir em startups é algo extremamente arriscado, motivo pelo qual os bancos tradicionais não se metem muito nesta área. Devido à isso, os investidores deste segmento são conhecidos como investidores de risco, mesmo você achando que sua startup não tem como dar errado...Investidores de risco são sócios de seu negócio, que geralmente entram com dinheiro mas também podem entrar (e deveriam sempre) com capital intelectual. Ou seja, não é um empréstimo, é um investimento a médio e longo prazo visando ganhar mais quando a startup valer alguma grana.

Idéias vs Equipe

Esses investidores não ficaram ricos à toa. Eles não são bobos e não vão colocar sequer um centavo em idéias que não considerem muito promissoras e/ou em equipes muito competentes. Como assim "e/ou"? Falo agora não só por mim, mas por diversas literaturas e diversos investidores de sucesso que conheço, se não pessoalmente, mas de eventos presenciais e online: apenas idéias não bastam. A melhor das idéias não tem valor algum sem uma boa execução, e para uma boa execução, você vai precisar de uma boa equipe. Simples assim. Muitas das empresas de sucesso não tiveram idéias disruptivas (as ditas "divisoras de águas", como fizeram Apple, Xerox, Microsoft, etc), a maioria delas como o Google e Facebook, fizeram inovação evolutiva, ou seja, pegaram algo que já existia (centenas de buscadores ou redes sociais) e sugeriram novas abordagens, sejam técnicas ou de interação. Mas o que foi decisivo, foi a capacidade das equipes.

Então antes de ficar com medo de expôr suas brilhantes idéias para alguém, tenha medo de ficar sozinho e não conseguir executá-las satisfatoriamente à tempo.

Preparação

Mas voltando ao assunto de que o dinheiro dos investidores não caiu do céu e de que é mais provável que não vão querer investir no seu negócio do que o contrário, eles diminuem drasticamente seu risco apostando apenas em equipes com grande capacidade de execução, e cujas idéias e necessidades sejam plausíveis. O quanto mais racional parecer seu plano de negócios, mais chances ele tem de obter um investimento. O que noto conversando com outros empreendedores, é que a maioria deles não acreditam em suas startups como "empresas" de risco e acham que apenas ficar levantando hipóteses de faturamentes milionários e mercados promissores vai fazê-la decolar. Como palavras de um investidor que escutei ontem: "Todo mundo está criando apps mobile e sociais e achando que isto vale milhões. E estão errados.".

Parafraseá-lo iria demorar muito tempo, mas basicamente os investidores estão com um problema muito grande para encontrar projetos que realmente valham a pena investir. Como empreender está na moda, com tantas histórias de sucesso pipocando em livros e em hollywood (o que é engraçado, pois tem muito empreendedor que nunca leu sequer um livro da área e acompanha a "cena startup" por filmes...), é comum os ditos "empreendedores" serem apenas pessoas buscando um investidor para bancar o seu sonho e levar uma vida mais tranquila que a de trabalhador assalariado. Não estão nem um pouco preparados para a dura rotina de noites em claro desenvolvendo o produto, ou a extensa literatura exigida para tirar uma idéia do papel e colocá-la no mercado com êxito, ou ainda tirar a bunda da cadeira e ir conhecer pessoas que poderiam estar agregando valor ao seu negócio. Está faltando preparo do pessoal, dinheiro os investidores tem, só não querem dar para pessoas despreparadas.

Plano de Negócios

Chegando ao objetivo do post, embora seja cool não ter um plano de negócios bem estruturado, mas "apenas" um protótipo funcionando, investidores são caras chatos. Eles querem ver seu plano de negócios. Não estou aqui dando minha opinião, estou colocando um fato que é duro de aceitar, mas que é a realidade. Nenhum investidor vai conversar com você antes de ter lido seu plano de negócios, e não estou aqui defendendo nenhum modelo de documento, padrão ou norma; estou falando que todo empreendedor tem de ter suas idéias no papel, formalizadas, com prazos, custos, mercado, equipe responsável. Afinal é um projeto, e não uma brincadeira. Embora ele vá muito provavelmente se distanciar (o chamado pivô) da idéia inicial em um momento ou outro, a falta de um preparo mínimo no início do projeto só tende a acelerar o decaimento da startup.

Quer gostem ou não, o seu plano de negócios deve ser construído se não juntamente, logo em seguida ao protótipo do seu projeto. Muitas das startups fracassam em obter investimento ou em impressionar os investidores por não conseguirem responder perguntas básicas como: "De quanto dinheiro você precisa para a idéia dar certo?", "Qual é o faturamento esperado para daqui um ano?", "Você já testou sua idéia com clientes reais que pagariam pelo seu serviço?", "Quem é a tua equipe e quais suas especialidade?", "Qual o tamanho do seu mercado?" e por fim "Seu projeto possui escalabilidade?". Isso é um plano de negócios. Agora se você vai colocar em um PPT, PDF, DOCX ou na sua extensão favorita, não importa. O ponto chave que eu queria chegar é justamente esse: você tem que saber responder essas perguntas. Se não sabe, vá atrás. Nenhum terno limpo e sapatos engraxados vão impressionar mais que fatos, números e idéias com embasamento de mercado. Por mais que saibamos que podemos estar errados nessas afirmações. Empreender com sucesso é mais que apenas prever o futuro de forma correta, mas também está longe de ser apenas um programador com uma idéia e nenhum conhecimento de projeto.

Quer "dar a cara à tapa" e ver o que acontece? Vá em frente. Quer diminuir o risco e ter mais chances de sucesso? Prepara-se.

Para Encerrar

Sei que talvez meu post gere polêmica e adoraria que ele gerasse, pois polêmica = muitas visitas, mas gostaria de encerrar simpaticamente com uma frase que ouvi de um investidor durante o Sebrae Startup Day em Porto Alegre: "Tudo o que estou falando aqui, pode parecer óbvio. E é realmente muito óbvio. Mas fazer o óbvio todos os dias é difícil. Requer muita disciplina. E nem todos estão preparados para isso.". E por fim, para quem quiser saber mais sobre investimento e o que os investidores estão buscando, dê uma olhada no site da Anjos do Brasil.

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Dica | Experiências | Startup

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TechEd Brasil 2011

by Luiz Jr 21. outubro 2011 10:01

Eu e alguns colegas que foram comigo

Eu sei que sou mestre na arte de postar assuntos defasados, mas aqui vai mais um.

Recentemente (29 e 30 de setembro) tive a oportunidade de participar do TechEd Brasil 2011, junto com alguns colegas da RedeHost. Para quem não sabe, o TechEd Brasil é o maior evento da Microsoft no país. Lá é onde são divulgadas as principais novidades da maior empresa de software do mundo nas áreas de Desenvolvimento e Infraestrutura. A RedeHost já é "figura tarimbada" no evento, temos participado desde 2008, inicialmente como inscritos e desde 2010 como patrocinadores. Junto com a empresa tive a oportunidade de participar das edições 2008, 2010 e 2011 e pude avaliar a evolução do evento.

Mas o que exatamente se vê no TechEd? De tudo um pouco. Na trilha de Desenvolvimento, me foco geralmente em assistir palestras sobre lançamentos de tecnologias ou sobre tecnologias que eu nem sabia da existência ou ainda, tecnologias que eu tenho preguiça de parar para estudar. Sobre lançamentos, assisti palestras de Windows Phone 7, ASP.NET Framework 4.5 e C# 5.0, só para citar algumas. A propósito, assistir palestras sobre lançamentos é o principal motivo da RedeHost participar do evento, pois lá temos acesso a informações privilegiadas. Só para citar um exemplo, em 2008 eu assisti uma palestra sobre o desenvolvimento da Task Parallel Library e do PLinq, que só foram incorporados ao .NET Framework na versão 4.0, lançadas no final de 2009. Ou seja, eu já sabia como usar e quais os benefícios um ano antes da versão final ser lançada. Neste ano, fiquei sabendo do Projeto Roslyn, algo como um Compiler-as-a-Service que deve ser liberado junto com o Framework 5.0 em 2012 (mas que já tem um CTP disponível para download), e que já está causando um certo barulho na comunidade de desenvolvedores. Será que poderemos desenvolver um concorrente ao Visual Studio com a liberação desses recursos do compilador?

Quanto às palestras que eu teria preguiça de procurar por mim mesmo na Internet, assisti algumas que falavam sobre a linguagem funcional F#, por exemplo. De forma resumida, imagine um Lisp.NET com grande poder para computação assincrona, hehehehe. Não sabe o que é Lisp? Então é hora de começar a estudar os paradigmas das linguagens de programação...Também assisti algumas palestras voltados ao design de aplicações para Windows Phone 7, o tão falado Metro Style que invadirá smartphones, tablets e até mesmo os desktops em breve, com o lançamento do Windows 8. A palestra inclusive era a única em que o palestrante utilizava um MacBook, hehehe. Não folgo no cara pois eu também uso um :)

Mas fugindo um pouco das palestras, a organização do evento estava boa como sempre. Infelizmente este ano tivemos apenas dois dias de evento, ao contrário dos três habituais. Isso fez com que eu pudesse assistir menos palestras do que realmente gostaria. Por um lado isso é bom, me obriguei a focar no que realmente importa para a empresa, deixando de lado as palestras de Silverlight, XNA e a maioria das palestras de Windows Phone 7. Ok, uma ou outra eu assisti, mas ninguém é de ferro, né! Pra variar eu participei de todos os sorteios e promoções que rolaram no evento. E para variar também, eu não ganhei nada. Meu colega Lucas Pffeifer (@lucaspfsd), do blog http://muitomaisque.net é que se deu bem, tendo ganho um X-Box 360 com Kinect em um dos sorteios da Microsoft. Dammit!

Para concluir, se você desenvolve ou administra tecnologias Microsoft, este é o evento que não pode faltar na sua agenda. É caro e é em São Paulo, mas vale a pena. Aqui na RedeHost a empresa banca todos os custos para alguns funcionários, como forma de premiação pelo bom andamento dos projetos, destaques entre as equipes, etc. Se a sua empresa não oferece esse tipo de benefício, está na hora de repensar seu emprego...

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Eventos | Experiências

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Cursos de Extensão bombando neste segundo semestre

by Luiz Jr 10. setembro 2011 22:16

Faz tempo que não posto nada referente aos cursos de extensão que ministro e com certeza não é por falta de assunto. Este primeiro semestre de 2011 foi (e o segundo ainda está) bem agitado na RedeHost (só pra variar) especialmente no que diz respeito às capacitações internas e externas do setor de desenvolvimento. Nossas parcerias técnico-acadêmicas ultrapassam a marca de uma dezena, incluindo cursos de extensão, palestras e convênios educacionais. Atualmente os projetos estão sendo reformulados visando fortalecer as capacitações internas da empresa, com programas de treinamento em desenvolvimento para os setores de suporte e infraestrutura, bem como especialização dos profissionais do próprio setor de desenvolvimento. Além disso, agora finalmente temos Inglês in Company! Consegui fechar um excelente preço com a maior rede de escolas de idiomas de nossa região e formamos diversas turmas de diferentes niveis que podem usufruir, uma vez por semana, de aulas de inglês. Mas esse assunto fica pra outra hora!

Curso de Extensão na Faculdade Dom Bosco

O curso de extensão em ASP.NET foi ministrado com sucesso na Faculdade Dom Bosco. A instituição Salesiana abriu às portas para a RedeHost durante alguns finais de semana, quando pude comparecer para palestrar, para assistir uma palestra deles e por fim, para ministrar o tão almejado curso de extensão para os alunos do Bacharelado em Sistemas da Informação. Embora não tenhamos contratado nenhum aluno do curso, pudemos aprender muito juntos e a última aula foi bem diferente, pois aconteceu na própria sede da RedeHost, em Gravataí.

Curso de Extensão no Alcides Maya

Conforme mencionado em outro post, as parcerias não restringem-se apenas à instituições de ensino superior. Quem é aqui do sul deve conhecer a escola Alcides Maya, famosos por seus comerciais no intervalo do Patrola e outros programas da RBS TV, sucursal da Rede Globo aqui no sul. Através de um contato com o prof. Roberto Litel, obtivemos acesso à instituição onde pudemos fazer uma maratona de "Lavagem Cerebral" sobre a RedeHost para mais de 200 pessoas durante um dia inteiro, sob a "tutela" da srta. Carol Folena, que nos auxiliou no que foi preciso. Tive o prazer de poder conversar com alguns professores e com alunos dos cursos Técnico em Informática, Especialização em Web, Técnico em Gestão, entre outros. Como resultado, conseguimos montar um curso de extensão em ASP.NET com uma turma lotada que só não era maior do que a vontade do pessoal de aprendere  de vir trabalhar conosco, é claro. O curso rendeu duas excelentes contratações e estamos no aguardo de no mínimo mais uma.

A parceria com o Alcides com certeza não irá parar por aí. Eu e o prof. Litel ainda mantemos contato e considerando que a instituição tornar-se-á de ensino superior ainda esse ano, muitas novidades ainda estão por vir.

Curso de Extensão na Facensa

Nas férias de julho deste ano tive a oportunidade de ministrar a segunda edição do curso de extensão em ASP.NET na instituição Facensa, aqui em Gravataí. A instituição que hoje nos fornece diversos profissionais, é uma de nossas maiores parcerias educacionais atualmente e conforme ambos os lados crescem, empresa e instituição, acredito que esta relação só tende a se estreitar. Desta vez nossos cursos não se restringiram apenas à programação. Em paralelo ao curso de ASP.NET, a RedeHost promoveu um Curso de Extensão em Linux e outro Curso de Extensão em Virtualização, todos gratuitos! Aposto que não é toda instituição que consegue essas barbadas hein! Além de mim, como instrutor de ASP.NET, a RedeHost forneceu o prof. Cristiano Diedrich, nosso arquiteto em infra Linux para o curso de Linux, e o prof. Diego Voltz, nosso gerente de infra para o curso de virtualização. A experiência foi boa para ambos os lados, pois meus colegas aind anão haviam lecionado nada fora de nossa empresa, e para os alunos, viram cursos inteiramente novos na instituição, sem custo, e com uma ótica estritamente focada no mercado de trabalho e nas necessidades de uma empresa real. Obtivemos uma contratação nestes cursos, sem contar a capacitação de vários de nossos profissionais, que também fizeram alguns dos cursos para se aperfeiçoarem.

Além dessas experiências, neste segundo semestre de 2011 tivemos algumas novas parcerias consolidas com a rede de universades da ULBRA, que nos permitiu lecionar dois cursos de extensão e algumas palestras. Mas isto fica para um próximo post. Fui!

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ASP.NET + SQL Server para os alunos do Dom Feliciano

by Luiz Jr 2. junho 2011 21:40

Nesta última segunda-feira (30/05/11) encerramos a 1ª edição do Treinamento em ASP.NET na instituição de Ensino Técnico Dom Feliciano, em Gravataí. O curso, que transcorreu durante todo o mês de maio, capacitou 11 alunos nas tecnologias ASP.NET 4.0 e SQL Server 2008 R2, aumentando sua empregabilidade e ampliando os horizontes dos alunos para técnicas e tecnologias de desenvolvimento em alta no mercado. A parceria firmada entre a RedeHost (representada por mim) e entre a instituição (representada pela prof. Andreza Lorenski) foi fundamental para o desenrolar do curso e até mesmo para abrirmos um leque de novas possibilidades, como os cursos de Linux e de Virtualização que os profissionais de Infraestrutura da RedeHost estão montando.

Alunos Dom Feliciano

Obviamente todo o cronograma foi seguido, com a tradicional palestra de Lavagem Cerebral para inúmeras turmas do referido curso, onde reforço a marca da empresa e lhes apresento nossas oportunidades de carreiras. Em seguida vem a prova de lógica, onde testamos o raciocínio dos inscritos para o curso e selecionamos apenas os alunos com o pensamento mais afiado, pré-requisito fundamental para quem deseja seguir na carreira de software. A turma mesmo custa a se formar, mas quando o curso inicia, não se consegue mais descansar entre uma aula do técnico e outra do curso de extensão.

Para evitar problemas de configuração errônea, velocidade de replicação dos softwares e até mesmo segurança, pela primeira vez fora da RedeHost foram usadas técnicas de virtualização das máquinas do treinamento, onde instalei e configurei uma máquina virtual Windows com os softwares necessários ao curso (Visual Studio 2010 Express e SQL Server 2008 R2 Express) e a repliquei a todas as máquinas de um excelente laboratório da instituição. Desta forma, em apenas uma manhã deixamos o laboratório 100% operacional para atender Às exigências técnicas do curso. O modelo funcionou de forma tão boa que repliquei a prática na 1ª edição do curso que iniciei semana passada na Faculdade Dom Bosco, de Porto Alegre, e devo repetir a dose na escola técnica Alcides Maya em breve, também em Porto Alegre.

Parabéns aos alunos que concluíram o curso com êxito. Para mim e para a família RedeHost, a escola Dom Feliciano sempre foi nossa parceria, uma vez que hoje 17% de nosso pessoal foi ou é aluno da referida instituição no curso Técnico em Informática. Fora os meus colegas que cursaram o ensino regular por lá. Durante esta semana alguns alunos foram entrevistados, seja por e-mail ou pessoalmente. Outros estão terminando seus trabalhos finais do curso. A parte mais difícil para os alunos que querem uma vaga de estágio na RedeHost é agora, quando tem que botar seu conhecimento à prova em nosso rigoroso processo seletivo. Mas tenho fé de que o talento e a garra irão sobrepujar a insegurança e a inexperiência desses jovens que ainda tem um longo caminho a percorrer dentro da informática.

Ah, em breve terei a honra de fazer parte de uma matéria do jornal da instituição, onde comento sobre o curso e ainda poso em uma foto com os alunos, hehehehe.

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